terça-feira, 11 de novembro de 2014

"Navega, Marina!"

A minha querida amiga, em conselho grito:

"Navega, Marina!"
Marina navega

desgovernada em suas confusões
 e sonhos lilás cor de infinito
lindas as cores da colcha de Marina, lindas!
delicadeza impaciente, os remos tocam no mar
e a minha querida amiga, em conselho grito:

"Navega, Marina!"
e Marina navega sim

como o timoneiro que deixa o mar levar ela o mar leva
e leva bem sim, enxerga Marina, você leva sim o seu navio
Leva sim!

Vê com os olhos de ver, Marina! Limpa as lágrimas!
Não, Marina, não é ordenando não
Marina resmunga do mar, que é seu,
como queria tomar as rédeas da sua vida
Marina do céu, as rédeas na tua mão, querida, aperta bem!

ô Senhor, dá olhos de ver a menina,
"Navega, Marina!"
e ela vai indo mas nõ vê quão longe foi
não vive só de olhar pra baixo, menina!
(a gente aqui que te ama espera no porto,
olha só como o mundo é seu)

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