segunda-feira, 25 de novembro de 2013

papel

Rápido: o papel e a caneta, acabo de acordar, no cinza, da tarde fria... fracos os dentes e pulsos, o papel! Me levanta e eu quebro... Me faz um agrado, fortalece os dentes e os pulsos. Me estico num suspiro (quebrando no frio) levantando e sofrendo, a caneta e o papel...

Correndo na fenda prata de chuva, chegando, cansada no colchão de folhas secas, quebrando e levantando, a vista escurece, o papel e a caneta...) a caneta cansa os pulsos fracos desagradados.

Morro sangrando de cima pra baixo.