quinta-feira, 14 de abril de 2011

E a acácia

continuará morta, intocável e triste em sua vida finalizada, no fundo do lixo. Admirada, agora morta.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

a borboleta da sala



Venha me ver, pelos ares.
Quando quiseres,
a hora que quiseres,
e fique quanto tempo precisares.

Pois eu não precisarei
de provas
Eu saberei
Apenas dê-me um sinal de que ainda existes.

Estive longe, em longos intermináveis passeios.
Confuso, perdido.
Ainda procurando, em devaneios
Observando os céus.

Vai chover.
O cinza não deixar-me-á ver, infinito véu
Mas, esperar-te-ei.
Eu, junto a tempestade, frio fogaréu.

Pois existes,
Junto ao léu
Sei que você é
num mundo que te esconde.

Ainda existes?
Estás, ainda, vivo?
Porém, como poderia morrer
algo que nunca esteves?

Minha memória, seu ser
Meu tudo, meu nada
Como poderia não viver
Algo que existe?

O que realmente existe?
Se você, não o faz?
Mundo triste
Este universo voraz.


sábado, 2 de abril de 2011

There is some dreams, we know are not real, but we believe so ardently that it seems like... 
We look for it all the time, in all places, all day long, you're in trance, we can't find, you're lost... Then you see: finally! it was only just a dream, but is too late. You're already lost.