sábado, 14 de agosto de 2010

Visitante Noturna

Venha me ver.
Venha me ver quando quiser,
a hora que quiser, e fique quanto tempo precisar.
Não precisa nem mesmo deixar eu perceber sua presença se necessitas.
Mas me dê um sinal de que ainda existe, que esteve aqui.
Porque de um jeito ou de outro tornou-se diferente de todas as outras borboletas em uma só noite.
E agora que se foi, sinto sua falta.

Se você acredita...

eu não!